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Avaliação da Lei Maria da Penha que completa 10 anos e o paradoxo do ‘feminismo’ no mundo

By ReiNasc

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A lei n 11.340 de 2006, conhecida popularmente como lei Maria da Penha, é a lei que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Em 2016 a lei completará 10 anos que está em vigor.

Mesmo com a lei de proteção a mulher, em 2012 no Mapa da Violência, entre 1980 e 2010, ocorreram 92.100 homicídios de mulheres no Brasil. O percentual de mortes que ocorreram na residência da vítima foi de 41%, de acordo com a pesquisa. A maioria das vítimas tinham idades entre 15 e 49 anos.

*Arquivo N lembra os 10 anos da Lei Maria da Penha

Segundo dados da pesquisa do Mapa da Violência, em 2011 no Brasil, 70.270 mulheres foram agredidas e deram entrada em emergências médicas. Mais de 50% das mulheres agredidas nesse período informaram que a agressão ocorreu dentro de casa e a maioria dos agressores foram os parceiros, ex-parceiros ou cônjuges.

Com esses dados pode-se ver que a violência contra mulher ainda acontece frequentemente no Brasil e que a lei visa diminuir esse número, protegendo a mulher e garantindo-lhe assistência, quando necessário.

Hoje as mulheres podem contar com delegacias e policiais especializados em violência contra a mulher, o que permite diminuir o constrangimento em ter que ir a uma delegacia para informar a violência e prestar queixa.

De acordo com a o artigo n 5 da lei 11.340, configura-se violência contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico, dano moral ou material, seja:

  • no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;
  • no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa;
  • em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação.

Em caso de necessidade, a justiça poderá determinar, em favor da vítima de agressão, medidas protetivas de urgência, como proibir agressor aproximar-se ou tentar manter contato com a vítima e para garantir o cumprimento dessas medidas, o juiz poderá.

TUDO SOBRE A LEI MARIA DA PENHA

Como Harald Eia abalou a ideologia de gênero

O Paradoxo da Igualdade, a verdade sobre o Feminismo

Harald Eia esclarece a ideologia de gênero

Harald Eia esclarece a ideologia de gênero

A “Teoria de Gênero” sofreu um grande golpe em 2012. O Conselho Nórdico de Ministros (uma comissão internacional de formada por representantes dos governos da Noruega, Suécia, Dinamarca e Islândia) decidiu encerrar Instituto de Gênero Nórdico (NIKK).

O NIKK era fundamental para o poder de ideólogos de gênero terem em mãos fartas verbas dos contribuintes nos países nórdicos, produzindo bases “científicas” para políticas sociais e educacionais que fizeram esses  países serem considerados os mais “sensíveis às questões de gênero” do mundo – por critérios dos próprios ideólogos em suas instituições, claro.

Como resultado, o NIKK luta para ressuscitar desde o ano passado. O site do Instituto já saiu e voltou ao ar algumas vezes. No entanto, quase não se vê notícia disso na mídia internacional. Há algum tempo, o site do Instituto voltou a funcionar com um novo nome: “Informações Nórdicas para o Conhecimento de Gênero“. O antigo Instituto agora está abrigado pela Secretaria para Pesquisa de Gênero da Suécia (alguma surpresa aí?). No site, que está reconstrução, já se pode ler novamente artigos com a “cientificidade” que conhecedores reconhecerão, como para dizer que o desequilíbrio climático do planeta se deve ao excesso de poder nas mãos dos homens.

*Documentário demonstra que a ideologia feminista tem como base a doutrinação sem bases científicas. Neste 1º episódio este documentário do norueguês Harald Eia  mostra como a ‘lavagem cerebral ideológica’ embasa o feminismo no mundo contemporâneo.

A decisão do Conselho foi tomada após a o canal de TV estatal norueguês exibir um documentário expondo falta de caráter científico do Instituto. O produtor da série é Harald Eia, comediante conhecido na Noruega por suas sátiras na TV. Harald Eia tem formação em Ciências Sociais. Ele ficou intrigado pelo chamado “paradoxo norueguês da igualdade de gênero”.

O “paradoxo” é que, apesar de todos os investimentos governamentais orquestrados pelos “engenheiros sociais” e da Noruega ter sido escolhida o país com maior igualdade de gênero, homens e mulheres continuam a preferir profissionais consideradas como “estereótipos de gênero” (mulheres ainda tendem à enfermagem e medicina, homens ainda tendem mais a tecnologia, construção civil, etc.).

Mesmo com todo o investimento governamental, as preferências profissionais de homens e mulheres não só parecem persistir, como por vezes parecem se tornar mais tradicionais do que antes.

No documentário, Eia, com sua equipe de filmagem, fez algumas perguntas simples e relevantes aos grandes “especialistas em Gênero” do NIKK. Depois, entrevista os cientistas responsáveis por pesquisas recentes envolvendo o tema em países como a própria Noruega, Reino Unido e EUA. Harald mostra a todos os cientistas as respostas fornecidas por seus colegas.

Eia registra em vídeo como as afirmações das autoridades nórdicas em Gênero, que orientam as dispendiosas políticas de “igualdade”, causam espanto na comunidade científica – principalmente porque fica explícito como os pesquisadores de gênero baseiam suas afirmações nas suas próprias teorias, sem fundamentação em pesquisa empírica.

Harald então volta a Oslo e mostra as gravações aos pesquisadores do NIKK. Acontece que, diante de pesquisas científicas empíricas, os “Especialistas em Gênero” não conseguem defender suas teorias perante dados fatuais.

O vexame que foi a exposição pública da farsa que são as pesquisas de gênero do NIKK, as pessoas começaram a fazer perguntas. Afinal, são 56 milhões de euros do dinheiro dos impostos usados para patrocinar as “pesquisas” de ideólogos de gênero sem qualquer credenciamento científico exceto o fornecido por eles mesmos.

O documentário, essencialmente, consiste de algumas perguntas honestas, simples e objetivas, feitas por um sociólogo e comediante sinceramente interessado em desvendar o “Paradoxo da Igualdade de gênero”. Mas isso foi suficiente para mostrar que todo celebrado edifício da “Teoria de Gênero” não conta com alicerces, mas sim com a exploração da ingenuidade pública.

Quiçá essa lição seja aprendida por mais pessoas em outros países, outros continentes e na ONU, onde essa ideologia, com seu potencial de capitalização econômica e política, é acalentada pelos ocupantes dos gabinetes prestigiosos.

O documentário completo de Harald Eia foi disponibilizado por ele mesmo no site vimeo. Inicialmente, estava protegido pela senha “hjernevask” (“Lavagem cerebral” em norueguês, título aliás muito bem escolhido para o documentário). Todos os episódios estão com legendas em inglês.

 

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Fonte: Arquivo N, Jusbrasil por Rafael Souza Rachel e Poletize.

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