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Muslim no Brasil cresce mais de 30% com ajuda do PT

By ReiNasc

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O radicalismo está latente e a população muçulmana (muslim) cresce mais de 30% no Brasil

De acordo com o Censo do IBGE, o número total de pessoas que seguem o Islã passou de 27.239 em 2000 para 35.167 em 2010. São Paulo detém o maior número, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul.

*Aldo Rebelo, apoiador do Islã, 4 vezes ministro do PT, delatado no caso Minha Casa Minha Vida

Mesquita em Brasília fundada em 1980 em terreno doado pela União

Mesquita em Brasília fundada em 1980 em terreno doado pela União

O número de muçulmanos no Brasil cresceu 29,1% de 2000 a 2010, de acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A comunidade passou de 27.239 para 35.167. No mesmo período, a população do Brasil aumentou 12,3%. As maiores concentrações de muçulmanos coincidem com as maiores comunidades árabes: o estado de São Paulo, em primeiro lugar, seguido por Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mas todas as unidades da federação têm pessoas que disseram que seguem a religião.

Para Cláudio Crespo, pesquisador do IBGE, o crescimento no número de muçulmanos pode ter ocorrido por várias razões, incluindo nascimentos, conversão, migração e até mesmo uma melhoria no sistema de recolha de informações para o Censo.”Pode até ser todos esses fatores”, disse ele.

Massud: vida mais pacífica

Um exemplo é o do comerciante estrangeiro Leandro Massud, de 35 anos, que se converteu ao Islã durante o período. Nascido em São Paulo, com os avós cristãos libaneses do lado de seu pai, ele procurou um contato maior com a religião para buscar suas origens.

“O interesse nasceu em uma viagem ao Líbano, em 1999, com o meu pai e meu irmão. Eu senti uma forte ligação com esta terra”, disse ele.

A partir de então, Massud procurou obter mais informações sobre o país, árabe, a cultura ea religião. ele também explica que ele recebeu uma cópia do Corão, o livro sagrado dos muçulmanos, traduzido para o Português, ao WAMY, uma organização para a promoção do Islã.

Ele começou a estudar sozinho, mas, em seguida, “um trilhão surgiram dúvidas” e ele decide visitar as mesquitas de São Bernardo, na Grande São Paulo, onde vive atualmente, e que do Brás, na região central da cidade de São Paulo, bem como o WAMY si.

Os anos se passaram antes que ele decidisse para converter, ou “reverter”, já que os muçulmanos dizem. Massud afirmou que ele viu na religião a possibilidade de uma vida mais pacífica e uma de maior auto-conhecimento.

Hoje eu sou mais disciplinado, mais ligado à família, mais adaptada para as pessoas, e eu vivo a vida muito mais pacificamente “, ressaltou. “Eu não abandonou meus velhos amigos, eu continuei se relacionar com as pessoas com quem eu já tinha contato, mas eu adicionei novas pessoas para o meu círculo”, acrescentou.

O empresário muitas vezes viaja para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em negócios, e faz uso da oportunidade de visitar mesquitas e falar com os seguidores locais da religião. no próximo ano, ele pretende ir em Umra, a pequena peregrinação a Meca, na Arábia Saudita, e mais tarde para o Hajj, a maior peregrinação muçulmana.

Casado e pai de Tariq, que está prestes a virar dois, Massud espera que o menino deve seguir o Islã “. Tariq foi indo para mesquitas comigo, para eventos [da comunidade], como banquete para o fechamento do Ramadã, e foram puxando-o [em relação à religião].

Nós demos a ele um nome islâmico. Ele terá livre arbítrio, mas o que eu posso fazer para trazê-lo [a fé], tentarei”, disse ele. imigrantes no caso de migrações.

 

Crespo, do IBGE, disse, por exemplo, que o Brasil tornou-se mais atraente para os estrangeiros uma vez que as nações mais ricas começou a sofrer com a crise financeira, em 2008.

Além disso, a presença de parentes e amigos simplifica a escolha de uma novo lugar para se viver, afinal de contas, o Brasil tem sido um destino tradicional para a imigração árabe desde o final do século 19.

 

O egípcio casado com uma brasileira

Entre aqueles que se deslocam ao país na última década é o Islã Shaheen, de 36 anos, nascido em Alexandria, Egito.

O proprietário de uma empresa de logística em seu país, ele se casou com uma brasileira que tinha se convertido ao Islã, a quem ele foi apresentado por um amigo comum.

“Eu não estava planejando isso [mudar para o Brasil], mas eu me casei com um brasileiro …”, disse ele.

Shaheen, formado em contabilidade, veio para São Paulo em 2006 e conseguiu um emprego na área de controle de qualidade da comida Halal brasileira Centre (Cibal Halal), um certificador de produtos feitos de acordo com a lei muçulmana, onde trabalha até hoje.

“Tive a sorte de encontrar um emprego em uma empresa muçulmana”, disse ele. para ele, a diferença de linguagem era o principal problema enfrentado quando ele chegou. “busquei pessoas que falavam Inglês, mas era difícil”, disse ele.

“Passei um ano assistindo TV para que eu pudesse aprender”, brincou, acrescentando que depois de aprender o básico ele procurou aulas de português. o pai de uma menina de quatro anos.

Shaheen disse que há poucas mesquitas em são Paulo e que estão longe um do outro. Às vezes é difícil manter as tradições.

Um dos maiores templos islâmicos do Brasil em Foz do Iguaçu será atração turística

Um dos maiores templos islâmicos do Brasil em Foz do Iguaçu será atração turística

Em Ramadã, por exemplo, o mês sagrado para os muçulmanos, em que jejuam durante o dia, às vezes ele tem que quebrar a tradição e comer alguma coisa durante o dia, já que não é possível chegar ao templo em tempo para a comunidade tradicional refeição ao pôr do sol, Iftar.

De acordo com o IBGE, entre os muçulmanos brasileiros, 21.042 são homens e 14.124 são mulheres, a maioria vive em áreas urbanas, 29.248 são brancos, 1.336, são negros, 268 asiáticos e 4.300 mulato. Um fato curioso: 15 índios disseram que são muçulmanos, contra 24 em 2000.

Número recorde de muçulmanos vive no Brasil

Governo petista tem facilitado movimento

Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500, existem muçulmanos no Brasil. Alguns historiadores mencionam que os primeiros dois, Chuhabidin Bin Májid e Mussa Bin Sáte, faziam parte da expedição de Pedro Álvares Cabral. Como a história do país é marcada por ondas migratórias, há registros da vinda de muçulmanos portugueses e espanhóis. Posteriormente, vieram muçulmanos negros trazidos como escravos.

Na década de 1920, veio a primeira onda moderna de imigrantes libaneses e sírios. A primeira mesquita foi aberta em São Paulo, em 1952. Treze anos depois, a segunda foi inaugurada em Londrina (Paraná). Oficialmente, existem hoje 13 mesquitas e oito mussalas no país. As mussalas são como capelas, onde não existe um imã (líder espiritual) presente.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.

Somente no Paraná existe presença islâmica em 24 municípios. Foz do Iguaçu reúne a maior parte deles, sendo que muitos imigraram para o Paraguai, mas vivem do lado de cá da fronteira.

 

Eonio Cunha, colaborador do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos, comemora. Para ele, a vinda de mais muçulmanos tem exposto os brasileiros a um contato maior com a religião de Maomé. Isso tem gerado conversão ao Islã. Além disso, aumentou a procura de informações sobre sua religião. Para isso, o Instituto e as mesquitas têm usado cada vez mais as ferramentas digitais para a difusão do Islã, incluindo Facebook, blogs e sites na internet.

Com isso, nos últimos quatro anos surgiram várias novas mesquitas no país. Uma das características desses novos arranjos religiosos é que a população reunida nos locais de culto são de diversos países. Há registro da entrada de imigrantes vindos de países como Bangladesh, Afeganistão, Paquistão, Angola, Moçambique, Palestina, Iraque, Jordânia, Índia, Síria, Gana, Líbano, Guiné, Senegal, Marrocos, Egito, Congo, Somália e do território da Caxemira. Muitos alegam perseguição política ou religiosa para obter o visto.

Outros foram contratados pelas empresas brasileiras que buscava pessoas com esse perfil. O principal fator que estimulou a atual migração muçulmana foi justamente o fato de as empresas que realizam o abate de aves e bovinos precisarem seguir os preceitos religiosos. Chamado de halal, ele assegura que a comida seja considerada pura. Isso inclui matar os animais com sua face voltada para Meca, a capital mundial do Islã, e a inspeção de imãs para atestar que segue-se o procedimento aceito pela sua religião.

Para seguir estritamente os rituais islâmicos, o abate só poderia ser feito por muçulmanos, por isso eles estão cada vez mais presentes nas cidades cuja economia depende disso. Muitos melhoraram de vida e já trouxeram (ou planejam trazer) seus parentes, pois ainda há mercado.

Atualmente, são cerca 318 mil toneladas de carne bovina e 1,8 milhão de toneladas de aves abatidas segundo esse método, que são exportadas para países muçulmanos. O mercado halal gerou mais de US$ 2 bilhões em vendas para o exterior em 2013.

As exportações de carne para esse público têm mudado o perfil de várias cidades pequenas do interior. Em Jaguapitã, Paraná, uma cidade de apenas 12 mil habitantes viu uma mesquita ser aberta em outubro de 2013.

 

Problemas em potencial

Devido aos recentes eventos envolvendo radicais muçulmanos em vários lugares do globo, existem suspeitas que nem todos os islâmicos que chegam ao Brasil vêm para trabalhar aqui e viver pacificamente.

O bloco oposicionista pediu que o ex-ministro Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) explicasse por que, desde que assumiu o poder, o PT tem facilitado a emissão de vistos de entrada a pessoas vindas de países islâmicos acusados de tolerar grupos terroristas.

O requerimento foi feito às vésperas da Copa pelos deputados do DEM Onyx Lorenzoni (RS), Pauderney Avelino (AM), e Mendonça Filho (PE). Uma resposta oficial nunca foi dada. Desde 2006 existe uma grande preocupação com segurança, por conta da descoberta de uma espécie de sociedade entre a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e o grupo terrorista Hezbollah. O monitoramento da Polícia Federal mostra registros inclusive do risco de um atentado terrorista no Brasil, mas os detalhes não foram revelados.

A notícia não chega a ser nova, já que autoridades norte-americanas defendem que a região da tríplice fronteira sempre foi palco de atuação de grupos ligados ao terrorismo. O governo dos EUA aponta também que o dinheiro do tráfico de drogas constitui uma das principais fontes de financiamento de grupos terroristas. Com informações Jornal de Londrina e Diário do Poder

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Fonte: ANBA, GospelPrimeFacebook e Youtube.

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