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PF apura desvios de R$ 5 mi em Conselho de Odontologia

By Raymond

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Operação Tiradentes da PF no DF investiga fraude no Conselho Federal de Odontologia

O esquema de desvio de recursos feito por conselheiros e funcionários da entidade pode chegar a R$ 5 milhões, segundo as investigações

A polícia Federal cumpre, nesta terça-feira (14/6), mandados de prisão temporária e de busca e apreensão no Distrito Federal. As ações fazem parte da Operação Tiradentes, que investiga fraudes no Conselho Federal de Odontologia. O esquema de desvio de recursos feito por conselheiros e funcionários da entidade pode chegar a R$ 5 milhões, segundo as investigações.

O presidente do Conselho Federal de Odontologia Ailton Diogo Morilhas Rodrigues _ Reprodução

O presidente do Conselho Federal de Odontologia Ailton Diogo Morilhas Rodrigues – Reprodução

Os suspeitos atuavam pedindo ressarcimento ao governo de gastos inexistentes e contratação irregular de serviços. São investigados os crimes de peculato, estelionato qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Além do DF, cerca de 60 policiais federais cumprem cinco mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão, nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo no Estado do Rio de Janeiro; Manaus (AM); Campo Grande (MS), Araguaína (TO) e São Paulo. Os mandados foram expedidos pela 3º Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

O valor total das despesas e contratações pode ultrapassar R$ 30 milhões e a PF suspeita que os desvios podem ultrapassar R$ 5 milhões, afirma a corporação em nota.

Segundo as investigações, o CFO gastou R$ 800 mil para reformar uma sala de 93 metros quadrados no Rio.

Os dirigentes da entidade recebiam diárias em dias incomuns, como 24 e 31 de dezembro, e de 50% a 70% dos sábados.

Os gastos somente com diárias de quatro conselheiros, incluindo o presidente, Ailton Diogo Morilhas Rodrigues, somaram R$ 1 milhão em um ano. Estas são algumas das denúncias, definidas como um “ataque aos cofres do Conselho”, apresentadas por três ex-conselheiros, hoje na oposição, que ensejaram a “Operação Tirandentes”.

Um dos responsáveis pela denúncia, o dentista cearense Benício Paiva Mesquita, disse que sofreu perseguições e ameaças depois de levar o assunto às autoridades. – O presidente do CFO disse que os três responsáveis responderiam eticamente. É deprimente saber que os dirigentes da nossa categoria estão presos. Mas isso está acontecendo em todo lugar.

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Fonte: Metrópoles e O Globo.

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