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Sheron Menezzes conta ter sofrido assédio aos 13 anos: ‘Fui abordada por um tarado’

By Raymond

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Diane dos Santos fala sobre racismo e Sheron Menezzes conta durante uma conversa sobre preconceito e respeito às mulheres

No “Encontro com Fátima Bernardes” desta sexta-feira, Sheron Menezzes relatou ter sofrido um assédio aos 13 anos

Eu fui abordada por um tarado. Ele não chegou a tocar em mim. Mas você se reprime. Eu tenho que ouvir isso, baixar a cabeça e sair andando”, explicou a Bertoleza de “Liberdade, liberdade”.

 

A atriz também destacou a importância da educação para evitar que casos absurdos de violência continuem acontecendo: ” É importante dizer para o seu filho que não interessa como uma mulher está vestida, o importante é o respeito. Eu posso estar nua, se eu quiser”. Antes, reforçou uma obviedade constantemente esquecida: “A gente precisa aprender a conviver com a diferença. Enquanto as pessoas não entenderem que ser diferente é normal, porque é normal, que ninguém é igual, nada vai mudar”;

Vítima de ataques racistas no fim do ano passado, Sheron conta que se emociona com os desdobramentos da personagem na trama das 11: “Bertoleza tem me deixado muito triste. Eu choro quando leio, quando gravo, quando assisto. É uma história que não acabou (…). Naquele momento que você está no lugar e você coloca aquela coisa (corrente) no seu pescoço, no seu pulso, é um desespero. Aquilo vem, é uma dor muito grande”.

Sheron Menezzes se emociona ao falar e rever cenas de ‘Liberdade’

 

Alvo de ataques racistas nas redes sociais recentemente, Sheron Menezzes participou doEncontro nesta sexta-feira (3/6) e falou sobre sua personagem Bertolza, em Liberdade, Liberdade,que foi sequestrada para ser vendida como escrava. “São cenas muito fortes. A Bertoleza tem me deixado muito triste em casa. Choro quando eu leio, gravo e assisto. É uma história que não acabou. A gente só sabe que tudo aquilo aconteceu, mas nunca viveu. É um desespero absurdo, uma dor muito grande. Eles marcavam o negro como hoje se marca o gado. Negro era propriedade. A Bertoleza é muito singular”.

Uma das convidadas do dia, a ex-ginasta Daiane dos Santos também revelou que já presenciou uma cena bastante triste de racismo com a sua sobrinha: “É difícil encontrar um negro no Brasil que não tenha sofrido. A minha sobrinha tinha uns 4 anos. Entramos em uma loja no Rio Grande do Sul e ela esbarrou em uma prateleira. A mulher da loja a xingou de tudo, falou muitos nomes pejorativos. Acho que essas coisas só vão parar quando a lei for realmente cumprida”.

Daiane fala sobre ataques racistas

 

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Fonte: Extra, Encontro e Gshow.

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